Will Eisner e Robert Crumb eram os únicos americanos que haviam recebido a maior honra do festival. Ganhar o “Grand Prize” significa que Spiegelman se tornará o grande referencial do evento no ano que vem.
Spiegelman, que foi premiado pelo seu trabalho como editor e contribuidor em Raw Magazine, assim como pelo seu trabalho em Maus (Publicado com o mesmo nome no Brasil pela editora Conrad) foi muito humilde ao receber o prêmio. Falando com o público e realizadores do festival por telefone, ele disse, segundo a Agência Francesa de Imprensa: “Considerando minhas pobres habilidades, estou parecendo um pouco com o Presidente Obama recebendo o Prêmio Nobel da Paz.
É uma honra imensurável. Aprendi muito com os quadrinhos franceses. E como a minha esposa francesa disse quando soube da notícia: ‘Merde!’”

O prêmio “Album of the Year” foi para o artista italiano Manuele Fior pela sua obra Five Thousand Kilometers Per Second. O “Prix de la Serie” foi concedido a Fabien Nury e Sylvain Vallee por WW II-themed Il Etait Une Fois En France Vol.4 (Once Upon a Time in France). O artista belga Brecht Evens recebeu “Prix de L’Audace” pelo seu Les Noceurs, enquanto o francês Elodie Durand levou para casa o “Prix Revelation” por La Parenthese. Attilio Micheluzzi foi premiado com “Prix de Patrimoine” pela obra Bab-el-Mandeb, e a aventura de viagem no tempo Les Chrono Kids by Zep, Stan, and Vince levou o prêmio de melhor quadrinho infantil.
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